Após a introdução um tanto quanto non-sense do meu caro amigo que compartilhará este blog para postarmos sobre assuntos relevantes para nós, gostaria de dizer a todos que nos lerem (e olha que não serão muitos) que fico muito prestigiado e feliz de estar escrevendo por aqui. Espero que gostem e é isso.
Ok, não é isso. Podem excluir completamente de suas mentes o parágrafo que eu escrevi acima, porque isto foi uma péssima introdução para o começo de um post. Mas agora, vamos ao assunto sério e que provavelmente todos estajam esperando, ou não.
Ok, não é isso. Podem excluir completamente de suas mentes o parágrafo que eu escrevi acima, porque isto foi uma péssima introdução para o começo de um post. Mas agora, vamos ao assunto sério e que provavelmente todos estajam esperando, ou não.
As Crônicas de Gelo e Fogo - A Guerra dos Tronos
George R. R. Martin
George R. R. Martin
Sim! Será sobre este magnífica saga de fantasia medieval que irei falar, escrever e talvez até explicar um pouco de como funciona a narrativa, de como dito por muitos, o mais novo Tolkien da literatura atual.
Para quem não sabe ainda, As Crônicas de Gelo e Fogo começaram a ganhar destaque somente após um longo tempo depois do lançamento, mais precisamente no ano passado, com a iniciativa da HBO de fazer uma série, contanto detalhe por detalhe de cada livro, seguindo respectivamente os livros com as temporadas. Eu não assisti a série ainda, mas provavelmente deve ter ficado legal se não tiverem sido perdidos os mínimos detalhes do livro (e olha que é difícil, já que hoje em dia, todas as adaptações de livros para a TV acabam estragando com todo o prestígio que o autor e o livro conquistaram, polêmico isso).
Pelo menos de minha parte, antes de toda essa explosão que a série proporcionou aos livros, nunca tinha ouvido falar uma palavra sobre A Guerra dos Tronos e, provavelmente grande parte do pessoal que hoje em dia está viciado, adiccted ou qualquer que seja a palavra que defina um apego gigante na série e livros, também não.
Falando agora um pouco sobre a edição e o que contém dentro do livro, páginas, e olha que não são poucas, já que quando peguei o primeiro livro na mão, primeira coisa que me veio à cabeça foi se o nome da bíblia por acaso havia mudado. Não pensem que é algo do tamanho dos livros do Senhor dos Anéis (que sem dúvida é não podia deixar de falar nesse post, já que são extremamente comparados, mas é assunto para depois, agora estamos em outra parte), logo que você pega o livro (edição brasileira), sente o peso de 600 páginas com uma capa bem feita e bem editada. Seria tranquilo se fossem apenas 600 páginas e mais nada para se surpreender, mas aí é que vem o pior. As letras são minúsculas, bem diferentes daquelas que costumamos ler em livros normais. Cada página demora séculos pra ler, mas de certa forma, ao meu ver é algo inspirador, porque você sabe que o livro tem muita coisa para ainda revelar. A editora que disponibilizou os livros aqui no Brasil é a LeYa, ainda não muito conhecida porque veio da europa há pouco tempo, mas já pegando trabalhos de peso e os fazendo muito bem.
Espero que não esteja muito confuso de entender o que estou escrevendo aqui, porque não sou uma pessoa muito adepta a blogs, mas gosto de escrever e consequentemente de ler. Mas, agora, acho que esteja faltando aquilo que o pessoal mais gosta dentro de um livro, a história. E a história deste livro não é pouca coisa não. Digo isso por causa tamanho, já que os livros são gigantes, mas também porque está em um nível de igual para igual com J. R. R. Tolkien.
Não querendo estragar a diversão de quem ainda não leu o livro, mas vou contar um pouco do começo do livro, nada que não esteja em uma sinópse, então acredito que não vá estragar ou dar spoil de nada. Pois bem, a história passa-se numa terra de castelos, reis, rainhas, bastardos, cavalos, monstros e tudo o que você possa imaginar que uma história medieval tenha, o continente onde tudo acontece tem o Norte (que é governado por Eddard Stark - uma das principais famílias do desenvolvimento do livro), a Muralha (um grande paredão que fecha todo o estreito do norte, de leste a oeste, que dá caminho a uma terra inexplorada cheia de monstros e animais nunca visto antes - onde soldado protegem todo o reino antes da Muralha) e o Sul, região onde está o rei dos Sete Reinos, Robert Baratheon, velho amigo de Eddard. Assim sendo, um toma comando do Sul e outro do Norte, mas após a Mão do Rei morrer de uma forma inesperada, Robert vai com sua corte até as redondesas de Winterfell, visitar os Starks e fazer um convite a Eddard, de tornar-se a nova Mão do Rei e substituto do falecido. Assim, Eddard aceita e vai com alguns de seus filhos para o Sul, com Robert para ajudá-lo a tomar conta do reino, enquanto seu filho Robb fica com toda a guarda do Norte, com apenas 14 anos de idade. O único problema entre isso tudo, é que Eddard jamais pensaria que não somente o rei estava em apuros, mas também todo o Reino.
Bom, isso é meio que uma sinópse ao meu ver muito mal escrita por mim, provavelmente confusa, sobre o começo do livro. Eu ainda não terminei de ler o primeiro, estou quase na metade, mas depois disso tudo a história começa a ficar perfeita. O começo não parece ser muita coisa, mas depois que se entra no mundo da história, fica difícil sair.
Outra coisa que me agrada bastante, é que o modo do George Martin narrar não é por capítulos com o desenvolvimento dos personagens pulando de parte por parte, mas ele usa cada capítulo com o nome do devido personagem pra desenvolver a história em cima dele. Por exemplo, ele está uma hora falando sobre Eddard, logo depois pula pra Robert, que pode estar em outro ponto da história, mas não perdendo a ordem cronológica (se é possível entender).
Isso à primeira vista pode ser chato, mas depois que você pega a noção fica ótimo de ler. Os personagens também são uma incógnita gigante para os leitores, já que ao meu ver não se tem violões nem heróis, é como uma vida normal, onde todos vivem suas vidas e não estão livres da morte, no livro podendo um personagem morrer a qualquer momento. Já imaginaram se o Frodo morre logo depois de sair à procura do anel? O livro provavelmente acabaria ali. Já na Guerra dos Tronos os personagens são muito imprevisíveis, os tornando por momentos realísticos demais.
Uffa, a coisa ficou grande, e volto a repetir que não sei se ficou intendível e se tenham gostado. Sei que muita gente não vai ler isso, a não ser o pessoal do blog mesmo (lado pessismista comendo), mas fiz de bom grado e me tomou um pouco de tempo para escrever tudo. Só pra ter algum conteúdo do blog mesmo. É isso então, caso alguém que tenha lido (acho meio difícil) e queira comentar, é só postar aí nos comentários que podemos discutir sobre o livro ou whatever.
Abraços,
Marvin.
Para quem não sabe ainda, As Crônicas de Gelo e Fogo começaram a ganhar destaque somente após um longo tempo depois do lançamento, mais precisamente no ano passado, com a iniciativa da HBO de fazer uma série, contanto detalhe por detalhe de cada livro, seguindo respectivamente os livros com as temporadas. Eu não assisti a série ainda, mas provavelmente deve ter ficado legal se não tiverem sido perdidos os mínimos detalhes do livro (e olha que é difícil, já que hoje em dia, todas as adaptações de livros para a TV acabam estragando com todo o prestígio que o autor e o livro conquistaram, polêmico isso).
Pelo menos de minha parte, antes de toda essa explosão que a série proporcionou aos livros, nunca tinha ouvido falar uma palavra sobre A Guerra dos Tronos e, provavelmente grande parte do pessoal que hoje em dia está viciado, adiccted ou qualquer que seja a palavra que defina um apego gigante na série e livros, também não.
Falando agora um pouco sobre a edição e o que contém dentro do livro, páginas, e olha que não são poucas, já que quando peguei o primeiro livro na mão, primeira coisa que me veio à cabeça foi se o nome da bíblia por acaso havia mudado. Não pensem que é algo do tamanho dos livros do Senhor dos Anéis (que sem dúvida é não podia deixar de falar nesse post, já que são extremamente comparados, mas é assunto para depois, agora estamos em outra parte), logo que você pega o livro (edição brasileira), sente o peso de 600 páginas com uma capa bem feita e bem editada. Seria tranquilo se fossem apenas 600 páginas e mais nada para se surpreender, mas aí é que vem o pior. As letras são minúsculas, bem diferentes daquelas que costumamos ler em livros normais. Cada página demora séculos pra ler, mas de certa forma, ao meu ver é algo inspirador, porque você sabe que o livro tem muita coisa para ainda revelar. A editora que disponibilizou os livros aqui no Brasil é a LeYa, ainda não muito conhecida porque veio da europa há pouco tempo, mas já pegando trabalhos de peso e os fazendo muito bem.
Espero que não esteja muito confuso de entender o que estou escrevendo aqui, porque não sou uma pessoa muito adepta a blogs, mas gosto de escrever e consequentemente de ler. Mas, agora, acho que esteja faltando aquilo que o pessoal mais gosta dentro de um livro, a história. E a história deste livro não é pouca coisa não. Digo isso por causa tamanho, já que os livros são gigantes, mas também porque está em um nível de igual para igual com J. R. R. Tolkien.
Não querendo estragar a diversão de quem ainda não leu o livro, mas vou contar um pouco do começo do livro, nada que não esteja em uma sinópse, então acredito que não vá estragar ou dar spoil de nada. Pois bem, a história passa-se numa terra de castelos, reis, rainhas, bastardos, cavalos, monstros e tudo o que você possa imaginar que uma história medieval tenha, o continente onde tudo acontece tem o Norte (que é governado por Eddard Stark - uma das principais famílias do desenvolvimento do livro), a Muralha (um grande paredão que fecha todo o estreito do norte, de leste a oeste, que dá caminho a uma terra inexplorada cheia de monstros e animais nunca visto antes - onde soldado protegem todo o reino antes da Muralha) e o Sul, região onde está o rei dos Sete Reinos, Robert Baratheon, velho amigo de Eddard. Assim sendo, um toma comando do Sul e outro do Norte, mas após a Mão do Rei morrer de uma forma inesperada, Robert vai com sua corte até as redondesas de Winterfell, visitar os Starks e fazer um convite a Eddard, de tornar-se a nova Mão do Rei e substituto do falecido. Assim, Eddard aceita e vai com alguns de seus filhos para o Sul, com Robert para ajudá-lo a tomar conta do reino, enquanto seu filho Robb fica com toda a guarda do Norte, com apenas 14 anos de idade. O único problema entre isso tudo, é que Eddard jamais pensaria que não somente o rei estava em apuros, mas também todo o Reino.
Bom, isso é meio que uma sinópse ao meu ver muito mal escrita por mim, provavelmente confusa, sobre o começo do livro. Eu ainda não terminei de ler o primeiro, estou quase na metade, mas depois disso tudo a história começa a ficar perfeita. O começo não parece ser muita coisa, mas depois que se entra no mundo da história, fica difícil sair.
Outra coisa que me agrada bastante, é que o modo do George Martin narrar não é por capítulos com o desenvolvimento dos personagens pulando de parte por parte, mas ele usa cada capítulo com o nome do devido personagem pra desenvolver a história em cima dele. Por exemplo, ele está uma hora falando sobre Eddard, logo depois pula pra Robert, que pode estar em outro ponto da história, mas não perdendo a ordem cronológica (se é possível entender).
Isso à primeira vista pode ser chato, mas depois que você pega a noção fica ótimo de ler. Os personagens também são uma incógnita gigante para os leitores, já que ao meu ver não se tem violões nem heróis, é como uma vida normal, onde todos vivem suas vidas e não estão livres da morte, no livro podendo um personagem morrer a qualquer momento. Já imaginaram se o Frodo morre logo depois de sair à procura do anel? O livro provavelmente acabaria ali. Já na Guerra dos Tronos os personagens são muito imprevisíveis, os tornando por momentos realísticos demais.
Uffa, a coisa ficou grande, e volto a repetir que não sei se ficou intendível e se tenham gostado. Sei que muita gente não vai ler isso, a não ser o pessoal do blog mesmo (lado pessismista comendo), mas fiz de bom grado e me tomou um pouco de tempo para escrever tudo. Só pra ter algum conteúdo do blog mesmo. É isso então, caso alguém que tenha lido (acho meio difícil) e queira comentar, é só postar aí nos comentários que podemos discutir sobre o livro ou whatever.
Abraços,
Marvin.
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